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Comercializamos e produzimos Velas Artesanais, Decorativas e Aromáticas.

Nas nossas velas utilizamos parafinas, oleos, essências e elementos decorativos (ex. flores secas, conchas, canela...


A gama de velas aromáticas assenta sobretudo em formas geométricas simples e conjugações sóbrias de cores. Confeccionadas à mão, as velas adquirem uma textura mais orgânica, o que lhe confere um aspecto singular tornado-as peças decorativas únicas de grande beleza. Além da cor, forma e textura as velas recebem os aromas naturais com as essências, estímulos para o cérebro através do olfacto, promovem o despertar de relações e a libertação de sentimentos e emoções.

Essências e Terapias


Alecrim:

Ajuda a superar os problemas afetivos e a enfrentar o cansaço, o desânimo e a tristeza. Deve ser usado sempre que se sentir desmotivado ou infeliz.

Alfazema:

Afasta o medo e a insegurança e ajuda a equilibrar as emoções e a superar as desilusões amorosas. Porpociona um raciocínio com maior clareza e serenidade.

Camomila:

Estimula o bom senso e a tranquilidade. Ajuda a ter mais disciplina e objetividade no dia-a-dia.

Canela:

Ajuda a controlar a agressividade, regulariza o apetite e aumenta a autoconfiança e o amor-próprio.  Pode ser usado como afrodisíaco.

Jasmim:

Aumenta a resistência física, combate o stress e é especialmente indicado para a purificação do ambiente de trabalho.

Lavanda:

Estimula a inteligência, o raciocínio abstrato e a sensibilidade. Também permite superar a timidez, a insegurança e o desânimo.

Limão:

Ajuda a equilibrar as emoções. É muito útil na purificação de ambientes e no combate as energias negativas. Pode ser usado sempre que se sentir triste ou desanimado.


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As Cores e Simbolismos

O Significado Das Cores


As cores das velas têm uma longa história. As pessoas ao longo de séculos queimaram diferentes cores de velas para atrair emoções desejadas, riqueza material ou karma.

Vermelho: amor verdadeiro, paixão, energia, entusiasmo, coragem, força, saúde radiante. Simbólico alaranjado do sol, é uma cor do poder, do entusiasmo, do divertimento, de vitalidade, de estímulo, da adaptabilidade, da atração e das grandes amizades. Usada para trazer o sucesso, ou para extrair/atrai coisas boas e pessoas amigáveis.

Amarelo: usado para a intuição, a aprendizagem, a mente, a memória e a comunicação.

Verde: esta cor é simbolo da natureza e do ganho material, como do enrriquecimento quer seja material ou espiritual.

Azul: é pensado frequentemente como  cor do céu ou do oceano. Ambos têm qualidades purificadoras fortes. Assim esta cor é boa para porificação, meditação, traquilidade e perdão.

Roxo: realça e melhora a intuição, dignidade, sabedoria, idealismo, associada a espiritualidade e consciência psíquica.

Branco: é pensado frequentemente como a cor da pureza em todas as coisas. Usar as velas brancas para a proteção, paz, sinceridade, o branco é a presença equilibrada de todas as cores.

Cor-de-rosa: é realmente a combinação de vermelho e de branco. Os usos incluem realçar ou amor crescente, amizades, preenchimento espiritual, afeição e harmonia.

Turquesa: realça a consciência e ajuda à meditação.

Preto: cor para a proteção, absorção e destruição da energia negativa.

Ouro: é simbólico da energia de um Deus masculino em todas as coisas vivas. Usada para promover a boa sorte.

Castanho: é a cor do solo abaixo de seus pés. O uso atrair o dinheiro e o sucesso financeiro, ou atrair os espíritos da terra.

Prateado(cinza claro): simbólico da estabilidade e da energia de uma deusa. Usada para banir influências do mal, ou neutralizar todas as vibrações indesejáveis.

A História das Velas


No início da história as velas não existiam como as conhecemos hoje. Por volta do ano 50.000 a.C. havia uma variação daquilo que chamamos de velas, criada para funcionar como fonte de luz. Eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas atuais, de parafina: a gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido. Mesmo antes do ano 50.000 a.C. este tipo de fonte de luz era usada pelos homens, conforme pinturas encontradas em algumas cavernas.

Há menções sobre velas nas escrituras Bíblicas, datado do século 10 a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egito e na Grécia. Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas para Ártemis, a deusa da caça, reverenciada no 6º dia de cada mês, e representavam o luar. Um fragmento de vela do século I d.C. foi encontrado em Avignon, na França.

Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, monastérios e igrejas.Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comumente usado. Infelizmente, este material não era uma boa opção devido ao fumo e ao odor desagradável que libertava. Outro ingrediente comum, a cera das colméias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda.

Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: numa lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes.

Na Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera. Em 1462 os fabricantes Ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado.

No século 16 houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades.

As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos d'água colorida, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos.

A qualidade da luz emitida por uma vela depende do material usado no seu fabrico. Velas feitas com cera de colméia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias, passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas. Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento já não é usado.

Trabalhos para o estudo do oxigênio foram desenvolvidos observando-se a chama de uma vela. Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que, se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio.

O século 19 trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento da maquinaria destinada ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo Inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável.

Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada "Esterina", que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhoras ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje. Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao contrario da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.

Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina tornou-se o ingrediente base no fabrico de velas. Em 1854 a parafina e a esterina foram combinadas para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje.

Em 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada pela sua chama. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes. Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão já não utilizado como referência nos dias de hoje.

A parafina sintética surgiu após a 2ª Guerra Mundial e a sua qualidade superior tornou-a o ingrediente principal de compostos de ceras e plásticos modernos.

Usada nos primórdios da sua existência como fonte de luz, as velas são usadas hoje como artigos de decoração ou como acessórios em cerimônias religiosas e comemorativas. Há vários tipos de velas, produzidas numa ampla variedade de cores, formas e tamanhos, mas, quando falamos em velas artesanais, referimo-nos àquelas feitas manualmente, onde é possível encontrar modelos pouco convencionais, usados para diferentes finalidades, tais como: decoração de interiores, purificação do ambiente, manipulação da energia com base nas suas cores, essências e etc.
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